terça-feira, 12 de maio de 2020

O Ministério da Fábrica de Livros - Resenha de Luana da Silva Souza

Laurinha estava no bosque triste chorando pois foi ali que aconteceu seu primeiro beijo, com seu primeiro amor. O choro, porque a árvore de eucalipto onde estavam gravados as iniciais de seus nomes A e L (Adriano e Laurinha) foi cortada. A procura de uma explicação, ela encontra um homem, que conta que essas madeiras seriam transformadas em papel, então ele levou-a para conhecer a fábrica. Chegando lá Aurélio mostrou a Laurinha toda a fábrica e o processo de fabricação do papel.  No final da visita, ela resolve escrever um livro, e então ela é encaminhada a um autor, que escreve sua história e depois a um ilustrador, que fez imagens maravilhosas para o livro. Quando tudo estava pronto, ela escolheu as formas do livro e tamanhos. Após as impressões, Laurinha decide ir entregar um livro para Adriano, mas quando chega na casa dele, quem abre a porta é Lúcia, e então, imaginando coisas erradas, ela deixa o livro cair e sai chorando. No dia seguinte, na escola, Adriano explica para ela que Lúcia é sua irmã. Toda envergonhada ela pede desculpas, e ganha um beijo.
Projeto Peteca Literário. Resenha do Livro O Ministério da Fábrica de Livros, de Pedro Bandeira, por Luana Da Silva Souza , 16 anos , aluna do 9º ano da Escola de Ensino Fundamental Geraldo Gonçalves do Nascimento Júnior, do Município de Senador Pompeu-CE.

O Ministério da Fábrica de Livros - Resenha de Luana da Silva Souza


Laurinha estava no bosque triste chorando pois foi ali que aconteceu seu primeiro beijo, com seu primeiro amor. O choro, porque a árvore de eucalipto onde estavam gravados as iniciais de seus nomes A e L (Adriano e Laurinha) foi cortada. A procura de uma explicação, ela encontra um homem, que conta que essas madeiras seriam transformadas em papel, então ele levou-a para conhecer a fábrica. Chegando lá Aurélio mostrou a Laurinha toda a fábrica e o processo de fabricação do papel.  No final da visita, ela resolve escrever um livro, e então ela é encaminhada a um autor, que escreve sua história e depois a um ilustrador, que fez imagens maravilhosas para o livro. Quando tudo estava pronto, ela escolheu as formas do livro e tamanhos. Após as impressões, Laurinha decide ir entregar um livro para Adriano, mas quando chega na casa dele, quem abre a porta é Lúcia, e então, imaginando coisas erradas, ela deixa o livro cair e sai chorando. No dia seguinte, na escola, Adriano explica para ela que Lúcia é sua irmã. Toda envergonhada ela pede desculpas, e ganha um beijo.
Projeto Peteca Literário. Resenha do Livro O Ministério da Fábrica de Livros, de Pedro Bandeira, por Luana Da Silva Souza , 16 anos , aluna do 9º ano da Escola de Ensino Fundamental Geraldo Gonçalves do Nascimento Júnior, do Município de Senador Pompeu-CE.

Atividades sobre o livro O Mistério da Fábrica de Livros, de Pedro Bandeira - Projeto Peteca Literário

Atividades sobre o Livro o Mistério da fábrica de livros, Pedro Bandeira
Projeto Peteca Literário – avaliação – 1º bimestre

Centro Educacional de Ensino Fundamental Professor Benjamin Cavalcante (Município de Tianguá-CE).
Diretora: Francinete Ramos Dias Cardoso
Coordenadora: Maria Izaura Magalhães Cunha
Professora: Aurita de Meneses Aguiar


1. Ficha técnica do livro.


a) Qual o Título do livro?
b) Qual é a editora?
c) Ano de publicação da edição que você leu?
d) Qual foi o ano da primeira publicação desse livro?
e) Quantos capítulos tem?


2.Sobre os autores.

a) Quem escreveu a história?
b) Quem ilustrou a história?


3. Vocabulário.

a) Eucalipto
b) cerrou / cerrar
c) extinção
d) celulose
e) entalhado
f) resina
g) oxigenação
h) fotolito


4. Faça o resumo da história em no mínimo 5 e no máximo 10 linhas.

5. Sua opinião é muito importante para ter certeza de que você entendeu a história do livro.


a) Por que você acha que o título sugere um mistério?
b) Se pudesse mudar o final do enredo (conteúdo), o que você mudaria?
c) Você acha que o autor direcionou este livro algum tipo de público, qual seria?
d)Quantos anos você acha que Laurinha tem e por quê?
e) Por que os casais apaixonados escrevem suas iniciais em papeis ou em árvores ?


6. Estudo de texto. 

a) Quem é a protagonista da história?
b)Por quem ela estava apaixonada?
c) Quais personagens aparecem na história que são fantasiosos, considerados não-reais?
d) Por que Laurinha está tão triste no começo do livro?
e) Qual o papel do anjinho na história?
f) Qual o destino do eucalipto?
g) O que acontece com Laurinha na fábrica?
h) Como Laurinha começou a produzir o livro? Como ela fez?
i) Laurinha e Adriano terminam a história juntos ou separados?

Desafios presentes para o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes


segunda-feira, 11 de maio de 2020

Depois daquela viagem - resenha de Luana Alencar


O livro conta a história de vida da própria autora "Valeria Polizzi". Era uma garota de apenas 16 anos e namorava um cara bem mais velho com 25 anos, onde vivia um relacionamento abusivo cheio de ciúmes e violência. 

Valéria era uma garota desinformada sobre doenças sexualmente transmissíveis, pois bem não tinha contato com a tecnologia e nunca conversavam ou era informada sobre tais coisas. Ela aceitou quando o namorado quis relações sexuais sem o uso de preservativos, em sua cabeça, as únicas que precisavam usar os métodos preventivos seriam "Putas" e ela não era puta. Ela terminou com o cara e depois de 2 anos do fim desse namoro, se descobriu com o vírus AIDS, no livro ela fala do sofrimento e desespero dela e de seus pais ao saberem o resultado dos exames, diante disso ela começou a sentir medo de encarar outras pessoas e principalmente seus amigos e o restante dos familiares, temia que eles descobrissem ou tivessem contato com o seu sangue, a moça conviveu durante 2 anos com os seus medos, temia também o fato de ter um namoro sério.

Ela terminou o ensino médio, foi para uma faculdade e desistiu. Depois disso ela foi para os Estados Unidos para fazer um curso de teatro, onde aprendeu a viver sozinha e até fazer novos amigos, mas ainda convivia com o seu medo de falar que era portadora de HIV.

Valéria começou a ter problemas de saúde, a jovem procurou um médico e informou a ele tudo o que se passava com ela, a parti daí ela descobriu que existiam tratamentos e que sua doença poderia ser controlada através de medicamentos, ela resistiu por algum tempo ao seu tratamento, na cabeça dela estava esperando a morte. Graça ao seu médico que a incentivava colocando-a em contato com pessoas que possuíam a doença e viviam normalmente, ela resolveu se cuidar usando as medicações.

Quando voltou para o Brasil sua saúde piorou, ela passou por alguns dias internada em um hospital e foi nesse momento que resolveu contar sobre tudo o que se passava com ela aos seus amigos e familiares, e aconteceu muito pelo contrário o que ela tanto imaginava, eles a apoiaram e ela percebeu que deveria levar sua vida adiante, sem o medo de encarar as pessoas, pelo fato do que eles iriam falar.

Valéria nos ensina que mesmo pelo tamanho do medo e da dor, que mesmo tudo o que passamos seja constante, não devemos parar de viver e criar coisas em nossas cabeças, porque sempre podemos nos surpreender e que nunca é como imaginamos.

Francisca Luana Ferreira de Alencar, 15 anos, é aluna do 9º ano do Ensino Fundamental Escola Antonio Ângelo da Silva, do Município de Assaré-CE. A presente resenha foi realizada como uma atividade do Projeto Peteca Literária.


domingo, 10 de maio de 2020

O Caso da Borboleta Atíria (resenha de Bianca Alves Firmino de Oliveira)

Projeto Peteca Literário. Resenha do Livro o Caso da Borboleta Atíria, de Lúcia Machado de Almeida. Resenha de Bianca Alves Firmino de Oliveira, 12 anos, aluna do 7º ano A, da Escola Dom Quintino, no Município de Crato-CE. 
           

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Live vai debater o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes em tempos de pandemia


Transmissão ao vivo será realizada no dia 15 de
maio, 17h, no canal do TRT11 no youtube
O Comitê  do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região – Amazonas e Roraima (TRT11), em parceria com o comitê do TRT8 (Pará e Amapá), promove a live “Enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes em tempos de pandemia da Covid-19” no dia 15 de maio, às 17h, pelo canal do TRT11 no youtube.



A ação tem como proposta debater as estratégias de enfrentamento à exploração e proteção a esse segmento da população, num contexto de distanciamento social e confinamento compulsório. A iniciativa também é alusiva ao mês de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, e que tem o 18 de Maio como Dia Nacional da mobilização.



A live terá como debatedoras a presidente do Instituto de Assistência à Criança e Adolescente Santo Antonio (IACAS) e integrante da ECPAT Brasil, Amanda Cristina Ferreira; e a juíza de Direto titular da 1ª Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça do Pará, Mônica Fonseca.



A desembargadora do TRT11 Joicilene Jerônico Portela, gestora regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem do TRT11, será a mediadora e apresentadora. A live vai contar, ainda, com a participação especial da desembargadora do TRT8 Maria Zuíla Dutra, gestora nacional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho.



Para acompanhar a transmissão ao vivo, basta acessar o endereço www.youtube.com/trt11r, no dia e horário da live.



Campanha Faça Bonito

A proposta anual da campanha, que nesse ano comemora o 20º ano de mobilização, é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, garantindo o direito ao seu desenvolvimento de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.



A campanha também lembra que em 2020 o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos e o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, 20 anos.



Como denunciar

O Disque Direitos Humanos, ou Disque 100, é um serviço que recebe denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes. O canal funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular), bastando discar 100.



As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas, priorizando o Conselho Tutelar como porta de entrada, no prazo de 24 horas, mantendo em sigilo a identidade da pessoa denunciante.



Também é possível efetuar as denúncias pelo 190 da Polícia Militar e pelos telefones da Delegacia Especializada (92) 3656-8575/7445.